Eu entendo a noite como um oceano

Faz alguns dias que não posto nada, mas uma torrente energética cruzou meu corpo e a música de Vitor Colares me motivou a dançar algumas palavras por esse teclado.

O meu primeiro contato com o trabalho de Vitor foi no período do lançamento em vinil de Saboteur. Ia ter uma apresentação no Teatro José de Alencar, mas minha motivação para sair de casa e ir de encontro à apresentação falhou, então me decidi em ouvir o álbum pelo youtube. E foi uma experiencia ótima. Um timbre de guitarra cortante ainda persiste em minha memória, desde o exato momento que dei o play. Vocês podem escutar por aqui.

 

Agora falando um pouco sobre experiencias audiovisuais…

 

Essas imagens são fantásticas, a chuva, os raios,  os planos, a música, é algo digno de se experienciar de forma zelosa e atenta.


 

O que mais persiste na minha memória em relação ao Colares é uma de suas performances, da música Jardim Suspenso, que presenciei ao vivo na Sede da Prodisc – o desencontro poético do ressoar das cordas com os baques secos da percussão e o barulho dos corpos da plateia construiu uma experiencia única. Essa música se encontra no novo álbum lançado recentemente pela Banana Records e pela Suburbano Co.

Galera foi isso, espero que curtam, existem quilômetros para se mergulhar em experiências abissais nesse oceano que são as composições do Vitor Colares.

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